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Denuncie! Diga Não ao Abuso Sexual De Menores. Disque 100

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Quem é o Agressor Sexual

Mais comumente quem abusa sexualmente de crianças são pessoas que a criança conhece e que, de alguma forma, podem controla-la. De cada 10 casos registrados, em 8 o abusador é conhecido da vítima. Esta pessoa, em geral, é alguma figura de quem a criança gosta e em quem confia. Por isso, quase sempre acaba convencendo a criança a participar desses tipos de atos por meio de persuasão, recompensas ou ameaças.
Mas, quando o perigo não está dentro de casa, nem na casa do amiguinho, ele pode rondar a creche, o transporte escolar, as aulas de natação do clube, o consultório do pediatra de confiança e, quase impossível acreditar, pode estar nas aulas de catecismos da paróquia. Portanto, o mais sensato será acreditar que não há lugar absolutamente seguro contra o abuso sexual infantil.
Segundo a Dra. Miriam Tetelbom, o incesto pode ocorrer em até 10% das famílias. Os adultos conhecidos e familiares próximos, como por exemplo o pai, padrasto ou irmão mais velho são os agressores sexuais mais freqüentes e mais desafiadores. Embora a maioria dos abusadores seja do sexo masculino, as mulheres também abusam sexualmente de crianças e adolescentes.
Esses casos começam lentamente através de sedução sutil, passando a prática de "carinhos" que raramente deixam lesões físicas. É nesse ponto que a criança se pergunta como alguém em quem ela confia, de quem ela gosta, que cuida e se preocupa com ela, pode ter atitudes tão desagradáveis.

A Criança Abusada

Devido ao fato da criança muito nova não ser preparada psicologicamente para o estímulo sexual, e mesmo que não possa saber da conotação ética e moral da atividade sexual, quase invariavelmente acaba desenvolvendo problemas emocionais depois da violência sexual, exatamente por não ter habilidade diante desse tipo de estimulação.
A criança de cinco anos ou pouco mais, mesmo conhecendo e apreciando a pessoa que o abusa, se sente profundamente conflitante entre a lealdade para com essa pessoa e a percepção de que essas atividades sexuais estão sendo terrivelmente más. Para aumentar ainda mais esse conflito, pode experimentar profunda sensação de solidão e abandono.
Quando os abusos sexuais ocorrem na família, a criança pode ter muito medo da ira do parente abusador, medo das possibilidades de vingança ou da vergonha dos outros membros da família ou, pior ainda, pode temer que a família se desintegre ao descobrir seu segredo.
A criança que é vítima de abuso sexual prolongado, usualmente desenvolve uma perda violenta da auto-estima, tem a sensação de que não vale nada e adquire uma representação anormal da sexualidade. A criança pode tornar-se muito retraída, perder a confiaça em todos adultos e pode até chegar a considerar o suicídio, principalmente quando existe a possibilidade da pessoa que abusa ameaçar de violência se a criança negar-se aos seus desejos.
Algumas crianças abusadas sexualmente podem ter dificuldades para estabelecer relações harmônicas com outras pessoas, podem se transformar em adultos que também abusam de outras crianças, podem se inclinar para a prostituição ou podem ter outros problemas sérios quando adultos.
Comumente as crianças abusadas estão aterrorizadas, confusas e muito temerosas de contar sobre o incidente. Com freqüência elas permanecem silenciosas por não desejarem prejudicar o abusador ou provocar uma desagregação familiar ou por receio de serem consideradas culpadas ou castigadas. Crianças maiores podem sentir-se envergonhadas com o incidente, principalmente se o abusador é alguém da família.
Mudanças bruscas no comportamento, apetite ou no sono pode ser um indício de que alguma coisa está acontecendo, principalmente se a criança se mostrar curiosamente isolada, muito perturbada quando deixada só ou quando o abusador estiver perto.
O comportamento das crianças abusadas sexualmente pode incluir:
1.Interesse excessivo ou evitação de natureza sexual;
2.Problemas com o sono ou pesadelos;
3.Depressão ou isolamento de seus amigos e da família;
4.Achar que têm o corpo sujo ou contaminado;
5.Ter medo de que haja algo de mal com seus genitais;
6.Negar-se a ir à escola,
7.Rebeldia e Delinqüência;
8.Agressividade excessiva;
9.Comportamento suicida;
10. Terror e medo de algumas pessoas ou alguns lugares;
11. Retirar-se ou não querer participar de esportes;
12. Respostas ilógicas (para-respostas) quando perguntamos sobre alguma ferida em seus genitais;
13. Temor irracional diante do exame físico;
14. Mudanças súbitas de conduta.
  Algumas vezes, entretanto, crianças ou adolescentes portadores de Transtorno de Conduta severo fantasiam e criam falsas informações em relação ao abuso sexual.

ABUSO SEXUAL INFANTIL

Seja qual for o número de abusos sexuais em crianças que se vê nas estatísticas, seja quantos milhares forem, devemos ter em mente que, de fato, esse número pode ser bem maior. A maioria desses casos não é reportada, tendo em vista que as crianças têm medo de dizer a alguém o que se passou com elas. E o dano emocional e psicológico, em longo prazo, decorrente dessas experiências pode ser devastador.
O abuso sexual às crianças pode ocorrer na família, através do pai, do padrasto, do irmão ou outro parente qualquer. Outras vezes ocorre fora de casa, como por exemplo, na casa de um amigo da família, na casa da pessoa que toma conta da criança, na casa do vizinho, de um professor ou mesmo por um desconhecido.
Em tese, define-se Abuso Sexual como qualquer conduta sexual com uma criança levada a cabo por um adulto ou por outra criança mais velha. Isto pode significar, além da penetração vaginal ou anal na criança, também tocar seus genitais ou fazer com que a criança toque os genitais do adulto ou de outra criança mais velha, ou o contacto oral-genital ou, ainda, roçar os genitais do adulto com a criança.
Às vezes ocorrem outros tipos de abuso sexual que chamam menos atenção, como por exemplo, mostrar os genitais de um adulto a um criança, incitar a criança a ver revistas ou filmes pornográficos, ou utilizar a criança para elaborar material pornográfico ou obsceno.

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Pedófilos Famosos

Xuxa Meneghe
Michael Jackson foi acusado de pedofilia

Diga não ao abuso sexual de menores!!!





Pedofilia : O Que Realmente é Isso ??

Todos Acham que pedofilia é Fazer Várias coisas erradas perante a lei com menores de idade, como abusar sexualmente, postar fotos contendo conteúdo pornográfico, extrupo, entre outros...

E ISSO ESTÁ TOTALMENTE ERRADO !!!

A pedofilia, atualmente, é definida simultaneamente como doença, distúrbio psicológico e desvio sexual (ou parafilia) pela Organização Mundial de Saúde. Nos manuais de classificação dos transtornos mentais e de comportamento encontramos essa categoria diagnóstica.

Esse é o conceito que é válido hoje para a pedofilia.

Mas Existe crime de pedofilia?
Não existe um crime intitulado “pedofilia” na legislação brasileira. As conseqüências do comportamento de um pedófilo é que podem ser consideradas crime.


Quais os crimes mais cometidos por pedófilos?
 Um pedófilo Descontrolado comete vários crimes que se encaixam no conceito da Sociedade sobre o que é a pedofilia, mais estaremos citando aqui os 3 exemplos do começo do Post.

  • Atentado violento ao pudor
    Prática de atos libidinosos cometidos mediante violência ou grave ameaça. São considerados atos libidinosos aqueles que impliquem em contato da boca com o pênis, com a vagina, com os seios, com o ânus, ou a manipulação erótica destes órgãos com a mão ou dedo. Também atos que impliquem na introdução do pênis no ânus, no contato do pênis com o seio ou na masturbação mútua.

  • Estupro
    Constranger criança ou adolescente à conjunção carnal mediante violência ou grave ameaça.

  • Pornografia Infantil
    Apresentar, produzir, vender, fornecer, divulgar ou publicar, por qualquer meio de comunicação, inclusive rede mundial de computadores ou internet, fotografias, imagens com pornografia ou cenas de sexo explícito envolvendo crianças e pré-adolescentes.



E Atenção: Só existe pedofilia quando esses crimes forem praticados contra menores de 14 anos.
 
Espero que tenha esclarecido um pouco sobre o que é Pedofilia. 
E outra, se souber de alguns dos Casos Citados a Cima, não seja Cúmplice, Denuncie. Disque 100 

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Papa diz que casos de pedofilia 'são absolutamente reprováveis'

CIDADE DO VATICANO - O papa Bento XVI disse nesta segunda-feira, 18, que os abusos de pedofilia, "que são absolutamente reprováveis, não podem desacreditar a missão sacerdotal, que conserva toda sua grandeza e dignidade" e que na vida celibatária se pode viver "uma humanidade autêntica, pura e madura".
O Pontífice dirigiu uma longa carta aos seminaristas por ocasião do Ano Sacerdotal, e em uma das seções falou da sexualidade e do celibato e fez referência aos casos de pedofilia que atingiu a Igreja Católica.
"Devido a isso (abusos sexuais de sacerdotes a crianças e jovens), muitos poderão se perguntar, talvez também vós, se vale a pena ser sacerdote, se é sensato encaminhar a vida pelo celibato", disse o papa, que, no entanto, apresentou argumentos para apoiar a ideia. "Todos conhecemos sacerdotes convincentes, forjados por sua fé, que dão testemunho de como neste estado, na vida celibatária, se pode viver uma humanidade autêntica, pura e madura".
No entanto, Bento XVI advertiu aos seminaristas para que sejam "mais vigilantes e atentos", examinando-se cuidadosamente "diante de Deus" para ver saber se esta é Sua vontade para eles. Para isso, ele ofereceu aos seminaristas sua própria experiência. "Em dezembro de 1944, quando me chamaram para o serviço militar, o comandante nos perguntou o que queríamos ser no futuro. Respondi que queria ser sacerdote católico", assegurou.
O Pontífice encorajou os seminaristas a seguir sua vocação, porque "os homens, também na época do domínio tecnológico do mundo e da globalização, seguirão tendo necessidade de Deus, do Deus manifestado em Jesus Cristo e que nos reúne na Igreja".
Na ocasião, o papa ressaltou a necessidade dos sacramentos para os sacerdotes. "Para realizar bem a Eucaristia é necessário também que aprendamos a conhecer, entender e amar a liturgia da Igreja em sua expressão concreta. Na liturgia rezamos com os fiéis de todos os tempos, que se juntam em um único e grande coro de oração".
Bento XVI insistiu ainda na necessidade de estudo para os seminaristas, já que "a fé cristã tem uma dimensão racional e intelectual essencial". "É importante conhecer a fundo a Sagrada Escritura em sua totalidade, em sua unidade entre Antigo e Novo Testamento: a formação dos textos, sua peculiaridade literária, a composição gradual dos mesmos até formar o cânone dos livros sagrados, a unidade de sua dinâmica interna que não se aprecia à primeira vista, mas que é a única que dá sentido pleno a cada um dos textos".